Brasil falha na oferta de cursos para TI


Ao participar do painel "Talentos 2.0", o canadense Bill Elliot, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Canada’s Technology Triangle (CTT) Inc. do Canadá, defendeu o investimento em cursos técnicos para reverter o saldo negativo de mão de obra especializada em TI. Elliot ministrou a palestra “Innovation in Education & Training: Using Technology for Transformation” (Inovação em Educação e Formação: Utilizando a Tecnologia para a Transformação), onde apresentou o Waterloo Tech Jobs (http://www.waterlootechjobs.com), portal que reúne as oportunidades para profissionais da área de TI na região de Waterloo, no Canadá. 
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Segundo o especialista, a maioria das economias ocidentais está vendo o envelhecimento da sua força de trabalho. “Todos estamos preocupados com a falta de mão de obra na área de TI, não apenas o Canadá ou o Brasil, esse é um problema mundial”, completou. A antiga disputa entre o tecnológo - com curso técnico de dois anos de duração - e o engenheiro da computação voltou à mesa no painel.

Frederico Novaes, decano do Centro de Engenharia de Software e Banco de Dados do Instituto Infnet, salientou que o preconceito imposto ao tecnológo é um equívoco do mercado nacional. "Tenho cursos com 2000 horas de formação. temos consciência do profissional técnico que estamos preparando. Precisamos de engenheiros da computação, mas também queremos técnicos para continuar crescendo", salientou Novaes, lembrando que o curso de TI não está entre os 10 mais na preferência dos jovens. 

"Onde estamos errando? Precisamos atacar esse ponto. Então, vamos formar técnicos", acrescentou. Andrea Ramal, comentarista de Educação da TV Globo, ressaltou que há, sim, no Brasil, um descompasso dos curriculos do ensino superior - eles não são mais capazes de formar técnicos e profissionais adequados para o mercado.  

Na visão dela, essa falha leva empresas a investirem em universidades corporativas. "Se precisa de profissional e ele não existe, a emprea investe para atender a sua demanda. Com o seu currículo de interesse", observa. Para o moderador do painel,John Forman, diretor de capacitação e inovação da Softex,com o aquecimento do setor de TI a empresa busca profissionais e não os encontra no mercado.

“As empresas estão cada dia mais exigentes e os cursos profissionalizantes ainda não se adequaram a esta demanda. Nem sempre o recém-formado está preparado para atender às necessidades do setor, o que exige tempo e treinamento adicional antes de alocar este profissional”, completou.

Como visto em: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=27845&sid=104  


Sobre o Autor:


Mexa o mouse de novoAleciano Júnior é um dos colunistas do blog Electronware e escreve sobre Redes e Sistemas de comunicação, Hardware e Computação no mundo atual. Gosta de ajudar os bits a trafegarem e sonha com a Computação Invisível. Música é vida.

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